Este blogue tem por objetivo divulgar aquilo que eu penso. Escrevo não somente assuntos jurídicos como também comento sobre política, religião, sexualidade, filosofia, questões locais da cidade onde moro e tudo o que me vem na cabeça. Quem desejar fazer seus comentários, fique a vontade. Aqui não tem censura!
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quinta-feira, 28 de abril de 2011
O frio chega na serra!
Nesta semana, o frio do outono finalmente chegou a Nova Friburgo, pegando muita gente de surpresa.
Já costumado com o clima imprevisível daqui, tenho buscado me defender como posso, sem timidez para tirar os agasalhos do armário, dentre os quais o meu poncho boliviano comprado no ano passado.
Durante o dia, minha esposa Núbia tem assistido TV no sofá da sala, protegendo-se com o edredom enquanto passa a programação.
Possivelmente esta onda de frio deve passar dentro de alguns dias, mas é bem provável que, no próximo mês, tenhamos temperatura mais baixas na região. É quando o tempo muda radicalmente de modo que, no final de maio e começo de junho, chego a me sentir dentro de uma geladeira.
Tudo isto é bem convidativo para um bom vinho, um fondue ou tortas de chocolate. Coisas bem light, não?
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Tempos de chuva...

Neste feriadão de 15 de novembro, fez bastante frio aqui em Nova Friburgo.
Não se tratava daquele frio seco do inverno, mas sim de um frio úmido de primavera com uma chuva fina e contínua, com o céu sempre encoberto.
Devido a isto, precisei tirar do armário e das gavetas peças de roupa que imaginava vestir novamente só no outono de 2011. Desde então, estou usando minha calça de moletom, meu suéter e meu agasalho aflanelado.
Domingo deu pouca gente na reunião da igreja e no estudo bíblico foram menos pessoas ainda. É certo que algumas famílias deveriam estar viajando, mas, conforme um irmão desconfiou ao falar comigo ao telefone, a notável ausência seria mesmo por causa do comodismo do povo num dia frio (até eu senti tentado a ficar em casa). Também pelas ruas não encontrei tanta gente esses dias.
Entretanto, na contramão dos friburguenses, minha mãe saiu do Rio de Janeiro para passar o final de semana e o feriado aqui na serra. Ela ficou hospedada na casa de amigos dela e nos encontramos por duas vezes, sendo uma ocasião no sábado à noite (num restaurante perto de casa onde há rodízios de sopa) e a outra na segunda-feira para almoçarmos (desta vez fomos num local onde se tem um bom churrasco a quilo feito na brasa).
Infelizmente minha esposa anda de dieta e ir nesses lugares com ela acaba sendo uma terrível tentação. Semana passada, levei-a numa nova nutricionista, a qual fez um corte radical nos alimentos que Núbia pode comer. Praticamente tudo o que contém gordura e açúcar teve que ser tirado (até o tradicional feijãozinho), o que, devido às suas preocupantes condições de saúde atuais é justificável (minha esposa vem sofrendo de "pedras" na vesícula e de problemas reumáticos que se agravam em razão do excesso de peso).
Apesar da chuvinha e do meu pré-histórico computador, que está no reparo desde semana passada (estou agora escrevendo a partir de um terminal de acesso coletivo), não deixei que o tédio tomasse conta de mim. E acho até que preferi ficar o feriadão sem a internet porque também aproveitei para dedicar mais tempo à leitura, incluindo textos e comentários bíblicos, Caio Fábio e consultas ao livro de Steven K. Scott - "Jesus, o homem mais sábio que já existiu" - publicado no país pela Editora Sextante.
Como Núbia passou a maior parte do tempo deitada na cama (com esse frio, só um cara hiperativo como eu para dormir apenas à noite), minhas maiores companhias foram Deus, Sofia (nossa terrível gata de estimação e os livros). Ou seja, a minha experiência não foi muito diferente da letra da música do Djavan, exceto pela tristeza expressa pelo compositor:
"Um dia frio
Um bom lugar prá ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo"
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Dias frios na primavera friburguense
Nestes últimos dias, até que tem esfriado bem aqui em Nova Friburgo! Há quem diga que o clima da cidade chega a fazer as quatro estações no mesmo dia, mas acho um exagero.
O certo é que passamos o feriadão de 12 de outubro sentindo frio, vestindo agasalhos quentes e dormindo com pelo menos três cobertores. À noite esfriava bastante e minha esposa voltou a ficar coberta no sofá da sala enquanto assistimos a TV
Por outro lado, tem chovido mais do que no invernão do meio do ano. Ainda não são aqueles aguaceiros torrenciais que ocorrem no verão. Mas, graças às gotinhas que têm caído do céu, a temperatura andou baixando aqui na serra.
Esta última noite, por exemplo, dormi mais uma vez com os três cobertores consecutivamente e, novamente, ainda coloquei por cima aquele meu poncho boliviano feito com o pêlo da lhama que havia comprado para passar o frio (conferir postagens anteriores sobre o inverno).
Até parece inverno, não é mesmo. Mas não é. Pois, se fosse, eu andaria muito mais agasalhado do que estou. Diria que lembra um pouco os dias de frio que fazem em julho na cidade do Rio de Janeiro...
O certo é que passamos o feriadão de 12 de outubro sentindo frio, vestindo agasalhos quentes e dormindo com pelo menos três cobertores. À noite esfriava bastante e minha esposa voltou a ficar coberta no sofá da sala enquanto assistimos a TV
Por outro lado, tem chovido mais do que no invernão do meio do ano. Ainda não são aqueles aguaceiros torrenciais que ocorrem no verão. Mas, graças às gotinhas que têm caído do céu, a temperatura andou baixando aqui na serra.
Esta última noite, por exemplo, dormi mais uma vez com os três cobertores consecutivamente e, novamente, ainda coloquei por cima aquele meu poncho boliviano feito com o pêlo da lhama que havia comprado para passar o frio (conferir postagens anteriores sobre o inverno).
Até parece inverno, não é mesmo. Mas não é. Pois, se fosse, eu andaria muito mais agasalhado do que estou. Diria que lembra um pouco os dias de frio que fazem em julho na cidade do Rio de Janeiro...
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Um inverno relativamente brando, porém gostoso...
Neste ano de 2010, até o momento, parece que fez mais frio em junho do que em julho aqui em Nova Friburgo. Lembro que, no começo da Copa, a cidade estava uma geladeira e, por alguns dias, cheguei a sair de casa com o poncho feito com pelo de lhama que importei da Bolívia.
Durante o dia, a temperatura oscila bastante. Eu e minha esposa nos cobrimos com quatro cobertores à noite para repousarmos confortavelmente. À tarde, porém, é possível sair à rua sem nenhum agasalho quando faz sol, mas é preciso ficar atento com a queda brusca de temperatura depois das quatro. No mesmo dia, você tem um pouquinho das quatro estações, sendo que, nesta época, poucas horas depois de uma pessoa entrar no shopping, o tempo pode estar bem diferente no momento da saída, o que tona aconselhável ter sempre um casaco na mão.
Geralmente eu visto uma calça de moletom, durmo de meia e fico boa parte do tempo usando um suéter afim de agasalhar o peito contra a friagem. Uma das mais úteis aquisições que fiz neste ano foi um par de pantufas lanudas, o que comentarei mais a seguir num outro parágrafo.
A maioria dos dias tem sido ensolarados. Raramente chove nesta época em Nova Friburgo, o que, infelizmente, acaba favorecendo os vergonhosos incêndios florestais capazes de dizimar árvores e animais nativos da Mata Atlântica (é agonizante pensar que uma mãe pássaro prefere morrer queimada no ninho com seus filhotes ao invés de abandoná-los). Em julho, ainda não se vê tantas queimadas como nos meses de agosto e de setembro, mas já tem muita gente destruindo a natureza dentro de suas propriedades, esquecendo-se de que não são donos perpétuos da terra, mas sim mordomos de um bem coletivo que foi dado por Deus a todos nós - o meio ambiente.
Nesta época, come-se muito bem na serra e, inevitavelmente, as pessoas acabam ganhando alguns quilinhos a mais. Os restaurantes oferecem cardápios variados como fondues, massas e carnes, pratos que podem ser saboreados juntos com um bom vinho tinto seco. Perto de minha casa, no mesmo quarteirão onde moro, há um local que oferece rodízios de sopa a um preço bem acessível a acho que, em geral, o custo de uma boa refeição por aqui fica por bem menos do que nos estabelecimentos do Rio de Janeiro.
Aos domingos, na Praça Getúlio Vargas, logradouro perpendicular à minha rua, temos uma feira de doces feitos por algumas senhoras da cidade. Ali se vendem tortas de diversos sabores, pudins, brigadeiros, quindins, salgados e outras delícias caseiras. Porém, o bolo que mais gosto é uma torta de chocolate feito por uma simpática velhinha alemã, considerada a porta-voz das doceiras.
Mesmo com estes dias de inverno relativamente ameno (não chega a ser tão fresco quanto o Rio de Janeiro), não me engano com o clima imprevisível desta região, pois basta a chegada de uma forte frente fria para as temperaturas caírem para até dois graus aqui no centro da cidade, podendo chegar até abaixo de zero em outros locais do município com maior altitude e mais distanciados dos núcleos urbanos. Por este motivo, desde o começo do outono, foi que encomendei não apenas o poncho boliviano como também uma pantufa de pele de ovelha que calço mais à noite quando assisto TV com minha esposa na sala.

E, falando novamente na pantufa, como foi difícil encontrar um número que coubesse no meu pé, visto que calço 45. Rodei muitas lojas na cidade e não encontrei nenhum lugar que vendesse este tipo de calçado no meu número incomum. Então, procurei na internet. Entrei em sites estrangeiros e fiquei com medo de solicitar um produto baseado numa medida de calçado diferente da nossa, o que, provavelmente, poderia me causar perda de tempo e de dinheiro se precisasse trocar depois a mercadoria. Aí, graças ao Google, achei uma loja situada na cidade mineira de Monte Verde que leva o nome da cidade (Alpina Monte Verde) e comercializa pantufas feitas com pele de ovelha que envolvem todo o pé. Adquiri então um modelo bem flexível que se amolda aos pés da numeração 45 até 48 e que tem ajudado a me aquecer quase todas as noites.
Embora Nova Friburgo seja chamada de Suíça brasileira, assim como Campos do Jordão, não alimento nenhuma fantasia tola de que estou morando num pedacinho da Europa. Isto aqui é muito mais Brasil, pois tem praticamente as mesmas coisas que podemos encontrar no restante do país: florestas tropicais, língua portuguesa muito mal utilizada, samba, cachaça, poluição sonora, motoristas que não respeitam a faixa de pedestres e, como não poderia deixar de ser, existem também os políticos ladrões.
Falando, porém, nas coisas boas da vida, eu diria que Nova Friburgo continua sendo uma excelente opção para o turismo de inverno. Além da gastronomia e do clima atípico para o restante do país, esta região é ótima para caminhadas nesta época, principalmente no meio rural. Como já disse, os dias têm sido claros e chove muito pouco, o que é bem diferente daquelas tempestades torrenciais que acontecem no verão serrano, o que favorece bastante a prática de alguns esportes junto à natureza.
Graças a Deus, quase não fiquei gripado neste inverno. Não sei se é porque tomei aquela vacina contra a "gripe suína" no posto de saúde, mas penso que um dos motivos seja a minha prudência de preferir tomar banho quente à tarde ao invés de expor o meu organismo a mudanças bruscas de temperatura cedo de manhã ou à noite antes de me deitar.
Certamente não compartilhei tudo sobre como é a vida (ou a minha vida) no inverno friburguense. Não falei sobre o hábito de tomar chimarrão que copiei dos gaúchos e que se casa muito bem com este clima de inverno serrano. Também não contei nada a respeito das aconchegantes noites de caldo quente que fazíamos com mais freqüência na igreja lá pelos anos de 2005 e 2006, o que considero super legal para unir qualquer comunidade eclesiástica, além de ser um tipo de confraternização bem barata.
Estou há onze anos em Nova Friburgo e posso dizer que já me adaptei ao clima daqui. Tem vezes que, durante o frio intenso do inverno, sinto vontade de sair da cidade por uns dias e viajar para o litoral ou pra regiões rurais da baixada como os povoados de Guapiaçu e de Aldeia Velha, localizados bem ao pé da serra, para os quais fiz inesquecíveis travessias por dentro de florestas partindo de pontos situados aqui no Município de Nova Friburgo (a vista do percurso da trilha que liga Toca da Onça a Aldeia Velha é fantástica e permite ao caminhante avistar o mar da Região dos Lagos se o dia estiver bom). Hoje, porém, podem me faltar oportunidades para viajar ou fazer longas caminhadas, minha esposa está cheia de restrições alimentares e as dores nos seus joelhos impedem que ela passeie, mas ainda assim não deixo de aproveitar os bons momentos dessa época do jeito que a vida permite.
E aí? Se você está de férias, por que não visita Nova Friburgo? Aproveite este finalzinho de julho e vem passear na serra!
Durante o dia, a temperatura oscila bastante. Eu e minha esposa nos cobrimos com quatro cobertores à noite para repousarmos confortavelmente. À tarde, porém, é possível sair à rua sem nenhum agasalho quando faz sol, mas é preciso ficar atento com a queda brusca de temperatura depois das quatro. No mesmo dia, você tem um pouquinho das quatro estações, sendo que, nesta época, poucas horas depois de uma pessoa entrar no shopping, o tempo pode estar bem diferente no momento da saída, o que tona aconselhável ter sempre um casaco na mão.
Geralmente eu visto uma calça de moletom, durmo de meia e fico boa parte do tempo usando um suéter afim de agasalhar o peito contra a friagem. Uma das mais úteis aquisições que fiz neste ano foi um par de pantufas lanudas, o que comentarei mais a seguir num outro parágrafo.
A maioria dos dias tem sido ensolarados. Raramente chove nesta época em Nova Friburgo, o que, infelizmente, acaba favorecendo os vergonhosos incêndios florestais capazes de dizimar árvores e animais nativos da Mata Atlântica (é agonizante pensar que uma mãe pássaro prefere morrer queimada no ninho com seus filhotes ao invés de abandoná-los). Em julho, ainda não se vê tantas queimadas como nos meses de agosto e de setembro, mas já tem muita gente destruindo a natureza dentro de suas propriedades, esquecendo-se de que não são donos perpétuos da terra, mas sim mordomos de um bem coletivo que foi dado por Deus a todos nós - o meio ambiente.
Nesta época, come-se muito bem na serra e, inevitavelmente, as pessoas acabam ganhando alguns quilinhos a mais. Os restaurantes oferecem cardápios variados como fondues, massas e carnes, pratos que podem ser saboreados juntos com um bom vinho tinto seco. Perto de minha casa, no mesmo quarteirão onde moro, há um local que oferece rodízios de sopa a um preço bem acessível a acho que, em geral, o custo de uma boa refeição por aqui fica por bem menos do que nos estabelecimentos do Rio de Janeiro.
Aos domingos, na Praça Getúlio Vargas, logradouro perpendicular à minha rua, temos uma feira de doces feitos por algumas senhoras da cidade. Ali se vendem tortas de diversos sabores, pudins, brigadeiros, quindins, salgados e outras delícias caseiras. Porém, o bolo que mais gosto é uma torta de chocolate feito por uma simpática velhinha alemã, considerada a porta-voz das doceiras.
Mesmo com estes dias de inverno relativamente ameno (não chega a ser tão fresco quanto o Rio de Janeiro), não me engano com o clima imprevisível desta região, pois basta a chegada de uma forte frente fria para as temperaturas caírem para até dois graus aqui no centro da cidade, podendo chegar até abaixo de zero em outros locais do município com maior altitude e mais distanciados dos núcleos urbanos. Por este motivo, desde o começo do outono, foi que encomendei não apenas o poncho boliviano como também uma pantufa de pele de ovelha que calço mais à noite quando assisto TV com minha esposa na sala.
E, falando novamente na pantufa, como foi difícil encontrar um número que coubesse no meu pé, visto que calço 45. Rodei muitas lojas na cidade e não encontrei nenhum lugar que vendesse este tipo de calçado no meu número incomum. Então, procurei na internet. Entrei em sites estrangeiros e fiquei com medo de solicitar um produto baseado numa medida de calçado diferente da nossa, o que, provavelmente, poderia me causar perda de tempo e de dinheiro se precisasse trocar depois a mercadoria. Aí, graças ao Google, achei uma loja situada na cidade mineira de Monte Verde que leva o nome da cidade (Alpina Monte Verde) e comercializa pantufas feitas com pele de ovelha que envolvem todo o pé. Adquiri então um modelo bem flexível que se amolda aos pés da numeração 45 até 48 e que tem ajudado a me aquecer quase todas as noites.
Embora Nova Friburgo seja chamada de Suíça brasileira, assim como Campos do Jordão, não alimento nenhuma fantasia tola de que estou morando num pedacinho da Europa. Isto aqui é muito mais Brasil, pois tem praticamente as mesmas coisas que podemos encontrar no restante do país: florestas tropicais, língua portuguesa muito mal utilizada, samba, cachaça, poluição sonora, motoristas que não respeitam a faixa de pedestres e, como não poderia deixar de ser, existem também os políticos ladrões.
Falando, porém, nas coisas boas da vida, eu diria que Nova Friburgo continua sendo uma excelente opção para o turismo de inverno. Além da gastronomia e do clima atípico para o restante do país, esta região é ótima para caminhadas nesta época, principalmente no meio rural. Como já disse, os dias têm sido claros e chove muito pouco, o que é bem diferente daquelas tempestades torrenciais que acontecem no verão serrano, o que favorece bastante a prática de alguns esportes junto à natureza.
Graças a Deus, quase não fiquei gripado neste inverno. Não sei se é porque tomei aquela vacina contra a "gripe suína" no posto de saúde, mas penso que um dos motivos seja a minha prudência de preferir tomar banho quente à tarde ao invés de expor o meu organismo a mudanças bruscas de temperatura cedo de manhã ou à noite antes de me deitar.
Certamente não compartilhei tudo sobre como é a vida (ou a minha vida) no inverno friburguense. Não falei sobre o hábito de tomar chimarrão que copiei dos gaúchos e que se casa muito bem com este clima de inverno serrano. Também não contei nada a respeito das aconchegantes noites de caldo quente que fazíamos com mais freqüência na igreja lá pelos anos de 2005 e 2006, o que considero super legal para unir qualquer comunidade eclesiástica, além de ser um tipo de confraternização bem barata.
Estou há onze anos em Nova Friburgo e posso dizer que já me adaptei ao clima daqui. Tem vezes que, durante o frio intenso do inverno, sinto vontade de sair da cidade por uns dias e viajar para o litoral ou pra regiões rurais da baixada como os povoados de Guapiaçu e de Aldeia Velha, localizados bem ao pé da serra, para os quais fiz inesquecíveis travessias por dentro de florestas partindo de pontos situados aqui no Município de Nova Friburgo (a vista do percurso da trilha que liga Toca da Onça a Aldeia Velha é fantástica e permite ao caminhante avistar o mar da Região dos Lagos se o dia estiver bom). Hoje, porém, podem me faltar oportunidades para viajar ou fazer longas caminhadas, minha esposa está cheia de restrições alimentares e as dores nos seus joelhos impedem que ela passeie, mas ainda assim não deixo de aproveitar os bons momentos dessa época do jeito que a vida permite.
E aí? Se você está de férias, por que não visita Nova Friburgo? Aproveite este finalzinho de julho e vem passear na serra!
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