Páginas

Mostrando postagens com marcador esportes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador esportes. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de novembro de 2025

Flamengo: Paixão, História e Hegemonia do Futebol Brasileiro



Sou Flamengo desde criancinha. Ainda bebê, já usava fralda do Mengão, e aos meus 5 anos vivi a emoção do primeiro título da Libertadores, em 1981. Um título que não foi apenas uma conquista: foi uma virada histórica, uma explosão de paixão que atravessou gerações.


A Final de 1981: O Dia que Mudou Tudo


O Flamengo enfrentou o Cobreloa, do Chile. No primeiro jogo, em Santiago, perdemos por 2 a 1. Mas nada seria capaz de abalar a força do Mengão. No Maracanã lotado, mais de 100 mil torcedores vibravam enquanto Zico, Nunes, Júnior e companhia escreviam história.

Nunes marcou dois gols decisivos, virando o jogo para 2 a 0. A torcida explodiu em gritos, cantos e fogos de artifício. A festa durou dias – dentro e fora do estádio, e até na orla de Copacabana, onde multidões receberam os jogadores em um ônibus aberto, jogando camisas, abraçando os ídolos e celebrando o primeiro troféu continental do clube. 🏆❤️🖤


Memórias de Família e Paixão


Meu pai, Francisco, já falecido, era Flamengo doente. Ele viveu cada lance, cada vitória e derrota com intensidade. E eu, seguindo seus passos, aprendi que o amor pelo Flamengo vai muito além de resultados: é memória, emoção e identidade.


Rivalidade e Hegemonia


Hoje, qualquer confronto entre Flamengo e Palmeiras carrega uma carga histórica enorme:


  • Em 2021, o Palmeiras venceu a final por 2 a 1, consolidando sua força.
  • Uma vitória do Flamengo agora seria uma revanche simbólica, reafirmando nossa liderança no futebol brasileiro.
  • Com três títulos cada, Flamengo e Palmeiras disputam a hegemonia histórica, e conquistar uma nova Libertadores seria alcançar o status de primeiro tetracampeão brasileiro no continente.


Cada jogo entre esses gigantes é mais do que futebol: é emoção, história e paixão nacional. Uma vitória hoje significaria mais do que um título: seria a afirmação de força, tradição e liderança do Flamengo no Brasil e na América do Sul.


O Legado do Mengão


Do bebê com fralda rubro-negra ao torcedor adulto, da festa épica de 1981 às conquistas recentes de 2019 e 2022, o Flamengo continua a escrever páginas inesquecíveis. Para mim, para meu pai, para milhões de torcedores: o Mengão é eterno, imortal e símbolo do futebol brasileiro.

segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Nosso esporte em evolução!



"Nossa companheira Beatriz Souza do judô acaba de ganhar a primeira medalha de ouro do Brasil na Olimpíada. É importante lembrar que 80% dos atletas que estão em Paris recebem uma coisa chamada Bolsa Atleta, que criamos no Brasil em 2004. Tem várias faixas salariais, mas todo mundo ganha. Fizemos isso porque quando o atleta fica famoso ele tem patrocínio, mas enquanto não é famoso as vezes ele não tem um tênis para andar, a menina não tem um lugar para jogar bola, para saltar, para dançar" (Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República)


Nem todo mundo sabe, mas o programa Bolsa Atleta do governo federal concede auxílio financeiro a 241 dos 276 esportistas brasileiros que estão participando das Olimpíadas de 2024. E os jogos de Paris estão  em evidência a importância do incentivo ao esporte e aos atletas pelo mundo.


Desde 2005, o primeiro ano de vigência do programa, em dezoito anos, o país teve 34.678 atletas com 96.165 bolsas contempladas, o que é fruto de um investimento de R$ 1,6 bilhão até 2023. E, atualmente, mais de nove mil atletas são beneficiados recebendo bolsas que variam de R$ 410 a R$ 16,6 mil, dando condições para que participem de competições nacionais e internacionais, além de subsídios de equipamentos necessários para os treinamentos.


Uns dos exemplos dos beneficiados de maior destaque seria a judoca Beatriz Souza (foto), que ganhou a primeira medalha de ouro nas Olimpíadas de Paris. Ela recebe o valor mais alto pelo governo federal, sendo que, além da Bia, também recebem o auxílio de R$ 16.629,00 os medalhistas Caio Bonfim, prata na marcha atlética, Rebeca Andrade, prata e bronze na ginástica artística, e Rayssa Leal, bronze no skate street feminino.


Para mim, a progressiva melhora do desempenho do Brasil nas Olimpíadas, desde os jogos de Pequim (2008), comprova essa relação com o programa. A meu ver, percebo que temos alcançado melhores resultados numa variedade maior de modalidades, possibilitando que jovens de origem humilde cheguem ao pódio, o que entendo como um reflexo do financiamento.


Ora, qualquer atleta maior de 14 anos pode ser contemplado pelo Bolsa Atleta, devendo inscrever-se pelo site do governo federal. Porém, o interessado precisa estar vinculado a um clube desportivo e ser filiado à entidade administradora do esporte praticado em nível estadual e nacional, sendo ainda uma exigência do Ministério do Esporte que o esportista comprove haver participado de competição oficial no ano anterior da requisição do subsídio.