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quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

Um célebre orador que defendeu a República romana contra um golpista da sua época...



Há 2.087 anos, mais precisamente em 63 a.C., o advogado, filósofo, escritor e cônsul romano Marco Túlio Cícero fazia o quarto e final discurso das Catilinárias. Estas foram atos de denúncia contra a conspiração pretendida pelo senador Lúcio Sérgio Catilina, um militar da Roma Antiga, célebre por ter tentado derrubar a República Romana, e em particular o poder do Senado.

A forma republicana de governo passou a vigorar na antiga Roma após a queda do último rei, Tarquínio, o Soberbo, no ano de 509 a.C. Com o advento da República, a estrutura monárquica foi abandonada e, em seu lugar, novas instituições foram erguidas.

Cícero, que havia sido designado como um dos cônsules, no ano de 63 a.C., encarregou-se de desmascarar Catilina dentro do Senado, por meio de discursos, os quais ficaram notabilizados pela elegância de estilo e pela firmeza das acusações.

Segundo registros históricos, após o quarto discurso, Catilina estava condenado à morte, mas se recusou a entregar-se e foi morto em um campo de batalha no ano seguinte.

Infelizmente, a República romana já estava em suas últimas décadas. Cerca de vinte anos após esse episódio, Cícero veio a ser vitimado pelo Segundo Triunvirato, quando foi executado por soldados sob a ordem de Marco Antônio, em 43 a.C.


OBS: Imagem de um afresco de Cesare Maccari, do século XIX, retratando Cicero acusando Catilina no Senado romano.

sexta-feira, 19 de julho de 2024

Incêndios criminosos que se repetem há milênios...



Há exatos 1960 anos, mais precisamente na noite do dia 18 para 19 de julho do ano 64 da era comum, houve o grande incêndio de Roma que afetou 10 das 14 zonas da antiga cidade, três das quais foram completamente destruídas.

Algumas versões da História atribuem ao imperador Nero a sua autoria. Segundo uma delas, o monarca teria ordenado o incêndio com o propósito de construir um complexo palaciano, já que o senado romano havia indeferido o pedido de desapropriação para a obra.

Outra versão, porém, concebida por romancistas cristãos pósteros, atribui ao imperador a condição de demente, no sentido de que ele teria provocado o fato para inspirar-se poeticamente e, com isso, conseguir produzir um poema tal como fizera séculos antes o grego Homero ao descrever o incêndio de Troia.

Seja como for, o fato é que até hoje a história se repete quando ouvimos falar de incêndios destruindo imóveis antigos, muitas das vezes praticados para destruir bens tombados que deveriam ser preservados por seus proprietários, herdeiros ou administradores em benefício da coletividade.

No caso do incêndio de Roma, sabe-se que Nero, por meio de seus agentes, buscou adquirir, a preço vil, terrenos nas imediações de seu palácio, com a provável intenção de ampliá-lo. Com isso, o imperador tornou-se suspeito junto ao povo de ter responsabilidade quanto ao sinistro...

OBS: Foto referente ao quadro de Hubert Robert, que retrata o incêndio da cidade de Roma, o qual se encontra no Museu de Arte Moderna André Malraux, em Le Havre, na Normandia, França.

domingo, 2 de junho de 2024

Um dia todos os impérios caem...



Há exatos 1679 anos, mais precisamente em 2 de Junho de 455 da era cristã, os vândalos, liderados pelo seu rei Genserico, entraram em Roma e saquearam a cidade por duas semanas. 


Esse foi o segundo dos três saques bárbaros de Roma, tendo sido mais destruidor que a invasão do ano 410 feita pelos visigodos. Genserico tomou grandes tesouros da cidade e também levou consigo a viúva do imperador Valentiniano III, Licínia Eudóxia, e suas filhas como reféns, sendo uma delas foi Eudócia, que mais tarde casou-se com Hunerico, filho do rei vândalo.


É certo que um dia todos os impérios caem. Porém, pior situação não há é quando esses poderosos Estados são derrubados por quem não possui uma ciência e um nível cultural com capacidade de elevar aquela civilização conquistada. 


Como na estátua gigante do sonho do rei babilônico Nabucodonosor, enigma decifrado pelo profeta Daniel, cada metal da escultura representava um reino que, por sua vez, era sucedido por outro mineral considerado menos nobre até chegar no ferro e na argila...


""Quando estavas deitado, ó rei, tua mente se voltou para as coisas futuras, e aquele que revela os mistérios te mostrou o que vai acontecer. Quanto a mim, esse mistério não me foi revelado porque eu tenha mais sabedoria do que os outros homens, mas para que tu ó rei, saibas a interpretação e entendas o que passou pela tua mente. "Tu olhaste, ó rei, e diante de ti estava uma grande estátua: uma estátua enorme, impressionante, e sua aparência era terrível. A cabeça da estátua era feita de ouro puro, o peito e o braço eram de prata, o ventre e os quadris eram de bronze, as pernas eram de ferro, e os pés eram em parte de ferro e em parte de barro. Enquanto estavas observando, uma pedra soltou-se, sem auxílio de mãos, atingiu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmigalhou. Então o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro foram despedaçados, viraram pó, como o pó da debulha do trigo na eira durante o verão. O vento os levou sem deixar vestígio. Mas a pedra que atingiu a estátua tornou-se uma montanha e encheu a terra toda. "Foi esse o sonho, e nós o interpretaremos para o rei. Tu, ó rei, és rei de reis. O Deus dos céus te tem dado domínio, poder, força e glória; nas tuas mãos ele colocou a humanidade, os animais selvagens e as aves do céu. Onde quer que vivam, ele fez de ti o governante deles todos. Tu és a cabeça de ouro. "Depois de ti surgirá um outro reino, inferior ao teu. Em seguida surgirá um terceiro reino, reino de bronze, que governará sobre toda a terra. Finalmente, haverá um quarto reino, forte como o ferro, pois o ferro quebra e destrói tudo; e assim como o ferro a tudo despedaça, também ele destruirá e quebrará todos os outros. Como viste, os pés e os dedos eram em parte de barro e em parte de ferro. Isso quer dizer que esse será um reino dividido, mas ainda assim terá um pouco da força do ferro, embora tenhas visto ferro misturado com barro. Assim como os dedos eram em parte de ferro e em parte de barro, também esse reino será em parte forte e em parte frágil. E, como viste, o ferro estava misturado com o barro. Isso quer dizer que se procurará fazer alianças políticas por meio de casamentos, mas essa união não se firmará, assim como o ferro não se mistura com o barro. "Na época desses reis, o Deus dos céus estabelecerá um reino que jamais será destruído e que nunca será dominado por nenhum outro povo. Destruirá todos esses reinos e os exterminará, mas esse reino durará para sempre. Esse é o significado da visão da pedra que se soltou de uma montanha, sem auxílio de mãos, pedra que esmigalhou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. "O Deus poderoso mostrou ao rei o que acontecerá no futuro. O sonho é verdadeiro, e a interpretação é fiel"." - Daniel 2:29-45; NVI


Ora, considerando que o Ocidente também está em queda, como imaginar o mundo do próximo século? 


Fica aqui a indagação se o futuro pertence ao vandalismo, tal como costumeiramente usamos esse vocábulo. Isto porque muitas das vezes desconhecemos que os vândalos eram uma das tribos germânicas que penetrou nos limites do Império Romano do Ocidente durante o século V.


Ótima tarde de domingo a tod@s!


OBS: Imagem do quadro do artista russo Karl Bryullov (1799–1852), pintado entre os anos de 1833 e 1836, e que retratou o terrível saque de Roma de 455.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Apocalipse arrebatado


“E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida. O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho.” (Apocalipse 21.5-7; ARA)


Se alguém perguntar qual o meu entendimento acerca de determinados pontos de vista escatológicos polêmicos, tipo o reino milenial de Cristo, a grande tribulação e o arrebatamento da Igreja, confesso que não tenho hoje mais nenhuma posição fechada a respeito dessas coisas cujo cumprimento só a Deus pertence.

Há uns vinte anos atrás, quando tinha me tornado um adolescente fanático, fazia frequentes estudos escatológicos por conta própria e, influenciado pelas lideranças com as quais identificava, apoiava-me na corrente pré-milenista e pré-tribulacionista. Ou seja, eu acreditava que Jesus, em algum dia, iria arrebatar sua Igreja para o céu antes do começo de uma terrível tribulação de sete anos na terra, período em que haveria muita dor, perseguições brutais contra os cristãos que permanecessem para uma segunda chance de arrependimento e enormes catástrofes, as quais durariam até a Parusia (manifestação de Cristo ao mundo em sua segunda vinda). Aí então seria dado início ao tão esperado reino messiânico na terra até o Juízo Final em que os homens ímpios, que rejeitaram a Deus, seriam lançados num terrível lago de fogo e enxofre afim de sofrerem tormentos por toda a eternidade, enquanto que os crentes herdariam o paraíso da Nova Jerusalém.

Além disso, eu alimentava outras crenças escatológicas que não tinham base bíblica exclusiva e foram elaboradas conforme a imaginação de autores de livros. Entendia que a besta que emerge do mar de Apocalipse 13 seria o anticristo, o qual, por sua vez, corresponderia ao “homem da iniquidade” mencionado por Paulo na sua segunda epístola aos tessalonicenses (cap. 2). Então, juntando esta passagem com o Apocalipse e outras partes da Bíblia, eu montava na minha mente um verdadeiro cenário de horror, imaginando a formação de um futuro governo mundial com um perverso líder querendo a todo custo marcar as mãos e as testas das pessoas com o número 666. E aí, quem não resistisse, estaria para sempre condenado a arder no lago de fogo enquanto que os cristãos arrebatados ficariam livres daquela provação.

Ao lado de tudo isso, eu ainda segui a ensinos de que, antes do aparecimento do anticristo, o mundo ainda seria preparado para adorar a besta pelos místicos seguidores da Nova Era de Aquário, com o apoio de todas as religiões (menos dos cristãos verdadeiros), as quais seriam representadas pelo falso profeta que é a segunda besta de Apocalipse 13. Quando lia sobre a economia mundial em processo de globalização na década de 90, entendi ser aquilo um indício do temido governo mundial que seria dominado pelos europeus através da ONU (até os anos 80 eu achava que seria o comunismo soviético) e daí tinha minhas aversões aos movimentos pacifista, ecológico, ecumenista e de defesa dos homossexuais. Para a minha cabecinha atormentada, o código de barras estampado nos produtos do supermercado já era a tal marca da besta que, dentro de algum tempo, iria ser tatuada nas pessoas como uma espécie de identidade única, reconhecível pelo leitor ótico de um computador conectado à internet, e funcionando ao mesmo tempo como um cartão de crédito e débito na própria pele do consumidor, sem o qual ficaria impossível comprar ou vender qualquer bem porque, em tal circunstância, a moeda já não mais circularia pelas ruas.

Curiosamente, todo esse conhecimento de doutrinas e especulações sobre o fim do mundo era incapaz de me proporcionar uma compreensão da graça de Deus. Eu vivia com muito medo achando que Jesus iria arrebatar a Igreja a qualquer tempo e eu ficaria para trás por causa dos meus pecados afim de ser perseguido pelos soldados do anticristo. Tinha os mais terríveis pesadelos com isso, sonhando como se realmente estivesse vivendo no período da grande tribulação, sobrevivendo às escondidas dentro das cidades, vendo alguns parentes sendo marcados pelo capeta, tendo que me proteger das bombas nucleares e precisando resistir às mais dolorosas torturas. Quando dormia, sempre fechava a palma das mãos porque temia em meu imaginário que um demônio pudesse aparecer no quarto, marcar minha mão direita e eu perder qualquer possibilidade de ser salvo. Enfim, era um drama terrível e suponho que muitas pessoas também sofreram (ou ainda sofrem) por causa dessas teologias amedrontadoras de botequim.

Graças a Deus eu fui modificando a minha maneira de compreender o Apocalipse e o sentido das profecias bíblicas que falam dos últimos dias.

Hoje em dia, o Apocalipse é para mim algo muito mais simbólico do que literal, o que torna a sua profecia riquíssima em termos de significado espiritual para conhecermos a misericórdia de Deus e o seu controle sobre a história da humanidade. Aliás, o Apocalipse não deve ser estudado sem lermos também os profetas do Antigo Testamento que falaram por diversas vezes à nação de Israel trazendo um recado de Deus ao seu povo de acordo com o momento, ainda que com aplicações analógicas aos nossos dias.

A diferença entre o Apocalipse e os profetas hebreus é que agora Deus, através de Jesus Cristo e o Anjo, revela à Igreja seu plano de salvação, trazendo conforto, esperança e também advertências para aqueles irmãos que viveram durante o domínio de Roma. Aliás, foi para os cristãos da Ásia Menor (atual Turquia) que aquela carta profética circular foi escrita, servindo como uma grande motivação para as pessoas manterem a fé, pois todo o sofrimento suportado por tais comunidades iria ser transitório e a morte não passava de mera aparência.

Neste sentido, pode-se dizer que, para os tempos do Apocalipse, a tal besta com suas sete cabeças e dez chifres representava nitidamente Roma, a capital de um império que combatia cristãos e judeus. A adoração à besta simbolizava o culto à pessoa do imperador que, nas cidades da Ásia Romana, chegou a ser praticado com muito mais aceitação do que na Grécia e na Península Itálica a ponto da participação do indivíduo tornar-se quase que indispensável para ele integrar as corporações comerciais da época, ou do contrário jamais conseguiria comprar ou vender mercadorias e prosperar. Logo, enquanto alguns adoradores de César e sua imagem viviam debaixo da expectativa de acúmulo de talentos (moeda de maior valor que equivale hoje a milhões), os servos de Jesus teriam que viver apenas com os seus denários (a diária de um trabalhador braçal) e, periodicamente, ainda eram massacrados pelas mais cruéis perseguições promovidas pelos reis com a ajuda das autoridades locais.

Se pensarmos por esta ótica, o Apocalipse pode muito bem ter sido um livro subversivo para os séculos II, III e começo do IV. Seria uma literatura a grosso modo comparável com o Manifesto Comunista na era industrial em que o julgamento da Babilônia (capítulos 17 e 18) simbolizaria a conquista do império romano que supunham ser através dos partos numa equivalência ao fim do Estado burguês nos dias de Karl Marx.

Evidentemente que a minha comparação do Apocalipse com a literatura marxista mais popular limita-se apenas ao campo da contestação pois, enquanto Marx propôs a luta armada, João encorajou seus irmãos a serem pacientes na tribulação, aguardando a vingança do Cordeiro contra os seus adversários. Além do mais, se o Apocalipse não tiver o seu real significado adulterado, ele se torna uma mensagem permanentemente subversiva até que todos estejam vivendo com Deus na eternidade, enquanto que os livros de Marx, após as revoluções socialistas do século XX, passaram a ser utilizados pelos novos regimes totalitários que surgiram nos respectivos países.

Meditando sobre o que foi o socialismo na prática, fico a indagar se a ex-URSS, as repúblicas da Europa do Leste e a China de Mao Tsé-Tung não teriam se tornado novas Babilônias assim como foi a Alemanha de Hitler? E do que adiantou uma revolução armada na Rússia se depois o povo amargou um regime mais cruel do que o czarismo na época de Josef Stálin?

Não importa em que época vivemos, sei que precisamos saber identificar qual o sistema babilônico que atua nos nossos dias, o qual, com os seus tentáculos espirituais, tenta tragar os corações dos homens para um abismo individual e coletivo. E, se na época de João, a besta poderia ser associada ao Império Romano, hoje a forma do mal tem sido a corrupção, os tráficos de armas e de drogas, a miséria, as guerras, a exploração de crianças, a perversão sexual, a destruição do meio ambiente, o institucionalismo religioso que sé colocado acima das pessoas e as rebeliões do homem contra Deus.

Qualquer que seja a ocasião, a mensagem do Apocalipse nos ensina que cabe ao crente abraçar a escolha de sujeitar-se à vontade de Deus e não fazer parte do sistema podre desse mundo. Somos chamados para sairmos da Babilônia para não nos tornarmos cúmplices de seus pecados e nem participarmos de seu julgamento.

Se Jesus mandasse João escrever uma carta para as igrejas do Brasil no século XXI, o que será que o Senhor iria nos dizer sobre a promiscuidade entre pastores evangélicos e candidatos políticos nas eleições? Será que Ele aprova o uso de seu Nome nas mercenárias campanhas pela prosperidade de líderes evangélicos que, ao invés de pregarem as Boas Novas, resolvem devorar o rebanho de Deus? Como seria a atitude de Jesus quanto aos padres católicos que deixam famílias nordestinas debaixo da ignorância da idolatria, incentivando procissões atrás de imagens de escultura e consentindo com inegáveis adorações à Virgem Maria e Padre Cícero como se fosse possível haver outros intercessores perante o Pai além do Filho? Ora, como elogiar os cantores gospel que baseiam seus trabalhos num marketing religioso cheio de falsidades e pseudo-espiritualidade, mais preocupados com um mercado musical do que anunciarem verdadeiramente a Palavra?

Acredito que o Senhor Jesus não deve estar nem um pouco satisfeito com o comportamento acomodado, hipócrita e ganancioso dos nossos dias que revelam uma falta de temor pela sua pessoa, de modo que, sob este aspecto, o que João escreveu para os cristãos da Ásia Menor nos tempos de Roma parece aplicar-se ao tempo de hoje.

Amados, não podemos deixar que a correta compreensão do Apocalipse seja arrebatada dos corações dos homens por causa de especulações fantasiosas de pessoas sensacionalistas que, no final das contas, acabam distorcendo o significado da profecia!

Para mim, parece inútil alguém debater sobre qual a concepção teológica correta a respeito do milênio messiânico (se é o pré-milenismo, o pós-milenismo ou o a-milenismo). Igualmente não tem a mínima importância as discussões estéreis se a Igreja experimentará ou não um arrebatamento antes, durante ou após a grande tribulação ou ainda se esta já se cumpriu na época de Roma. Pois, ao invés das pessoas tentarem fazer previsões do futuro, especulando pateticamente se o Bill Gates ou o Bono Vox, vocalista do U2, vai se revelar como o anticristo, elas deveriam se converter verdadeiramente à graça salvadora de Jesus, arrependendo-se de seus pecados, praticando o amor e pregando o Evangelho. Aliás, como iniciei e termino meu texto, a mensagem do Apocalipse é uma bela revelação da graça:


“O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida.” (Ap 22.17; ARA)